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Videogames e Vendor Lock-in

Como todos devem saber, os videogames da oitava geração estão começando a ser lançados. O Wii U já foi lançado e os consoles PS4 e Xbox One devem sair em novembro de 2013. A má notícia é que alguns de meus jogos favoritos serão lançados em cada uma das três plataformas.

Wii U:

Bayonetta_2

Muito boa a primeira iteração deste jogo. Admito que fiquei com vontade de comprar o console

Xbox One:

Killer_instinct_(2013)_logo

Um dos melhores jogos de luta desenvolvidos, nunca entendi porque ficou tão esquecido.

PS4:

256px-God_of_War_logo

Tudo bem, eles não lançaram nenhum título do GoW para o PS4, mas certamente irão fazê-lo no futuro. Essa série somados ao fato de eu querer um tocador de BluRay me fizeram comprar um PS2 e um PS3.

A estratégia é manter o consumidor em uma plataforma devido ao alto “switching cost“. Eu considero particularmente cruel para o jogador de videogame porque estes são jogos diferentes, únicos, não é como trocar um MSOffice por um LibreOffice, que são essencialmente a mesma coisa.

Ainda tem aquela discussão de qual é a melhor. Muita gente chata entusiasta de uma determinada plataforma, tenta convencer você de como a plataforma que comprou é a melhor e de que você jogou seu dinheiro fora comprando a plataforma concorrente. Na verdade a coisa não é assim, todos esses novos consoles são muito similares entre si e mesmo que para o jogador um console pareça melhor que o outro, os fabricantes simplesmente alteram o preço para mitigar essa sensação. Aliás estas pessoas deveriam entender as reais razões que as fazem defender determinada plataforma.

Seria muito melhor para o consumidor se eles inventassem um número menor de consoles e parassem com essa de jogos exclusivos para uma determinada plataforma. Jogos não são como os outros softwares.

O estigma do Linux

Algumas semanas atrás eu me deparei com este artigo no Slashdot (original aqui) que analisava os esforços do Google em não mencionar o nome ‘Linux’ em seus Chromebooks.

De acordo com o artigo a não menção do nome ‘Linux’ se deve a possibilidade de assustar potenciais compradores da plataforma.

Existe uma verdade nesta frase. Como um usuário de sistemas baseados em Linux eu já ouvi muitas coisas como: “É muito difícil de usar!”, “Para usar, você tem que aprender a compilar programas!”, “Não funciona em todos os hardwares!”, “Ah, é Linux, tô fora!”

Antes de explicar meu ponto de vista, vou dizer o que o Linux realmente é: o núcleo do sistema operacional e não todo ele. Para termos um sistema operacional completo são necessários vários outros softwares.

Colocando juntos os sistemas operacionais que utilizam o kernel do Linux temos vários nomes como: ChromeOS, Android, Ubuntu, Fedora, FirefoxOS, Tizen, GentooBuildroot, Mandriva, Slackware e etc (a lista completa é muito extensa!).

É nesta grande quantidade de nomes onde certas pessoas “entram em pânico”. Cada um destes SOs foram desenvolvidos para diferentes dispositivos, segmentos de mercado e pessoas. Em sistemas Linux voltados para pessoas comuns como o ChromeOS, o Android e o Ubuntu as dificuldades referidas nas citações acima não existem. Eles normalmente já vem pré-instalados, configurados e funcionando de fábrica, ou seja, é só comprar e usar.

Outras opções como Slackware, Buildroot e Gentoo não foram feitas para usuários comuns que querem somente ver seus e-mails e acessar redes sociais mas para as pessoas ignorantes, todos esses nomes significam a mesma coisa: Linux e estas pessoas não sabem (ou não querem) diferenciar uma coisa da outra. É muito mais comodo para certas pessoas entrar em pânico, literalmente, quando ouvem a palavra “Linux” do que entender a verdade.

Então para grandes empresas como o Google que lançam seus produtos baseados em Linux é mais fácil esconder o nome ao invés de tentar acabar com o estigma. Tente explicar como estas coisas funcionam para certas pessoas, eu já tentei, não adianta.

Aquela frase do “Ah, é Linux, tô fora!” foi falada  por uma pessoa segurando um telefone com Android, a minha resposta foi: “E esse celular, você vai jogar fora?”.

Meu primeiro aplicativo Android!

Screenshot do Connection Control

Este app é para quem não gosta de desperdiçar bateria. Ele desliga o 3G e o WiFi em horas pré determinadas.

Espero que seja útil.

Sua homepage vai estar aqui.

Google: “Android é o desktop Linux que se torna realidade”

É, está aí respondida a questão do Linux no Desktop. De acordo com chefão de open-source do Google, Chris DiBona, o Linux no Desktop chegou de uma maneira diferente da pensada, já que ele mesmo diz que o desktop “clássico” ainda vai ser dominado pelo Windows e Mac OS X.

Eu também sou a favor da idéia que o desktop clássico está perdendo a importância para tablets e smarphones, o acesso a internet pelo tablet é muito mais confortável e prático, desde que não seja para digitar. Eu uso o smartphone para acessar os meus e-mails e como comunicador instantâneo, uso o desktop para desenvolvimento e jogos. Com estes dispositivos móveis,  posso me comunicar com pessoas em qualquer lugar e isso é a principal vantagem frente aos desktops. Tablets e smartphones são mais vantajosos até se compararmos com notebooks e netbooks por causa do seu tamanho.

Isso torna o linux, tablets e smarphones o futuro da computação pessoal.

link. link 2.

Vulnerabilidades vs Atualizações

Saiu aqui a notícia de que 99,7% dos celulares com Android tem uma vulnerabilidade durante a autenticação de alguns serviços em que o hacker pode acessar dados pessoais do usuário. A versão 2.3.4 não vem com a vulnerabilidade.

Isso deveria ser simples, é só atualizar o seu celular para a versão indicada certo? Errado. Cada fabricante tem a liberdade de disponibilizar ou não a atualização, então a resolução deste problema vai depender de quão “bonzinhos” eles serão conosco. E tem mais, celulares antigos podem não funcionar bem depois de atualizados,  podem ficar lentos quando atualizados da versão 1.x para a 2.x já que esta última versão não foi feita para eles.

Então como é que ficamos nós, os usuários?

Quanto ao Galaxy S, a Samsung prometeu uma atualização para o começo de 2011, vamos ver se este “estímulo” pode fazê-los se mexer.

Atualização:  Existem maneiras de mitigar o problema: tente um túnel ssh, uma VPN ou simplesmente evite usar redes Wi-Fi não criptografadas.

Atualização 2:  O Google liberou uma solução para o problema atualizando seus servidores. Mas o problema da fragmentação continua.

Atualização 3:  A Samsung finalmente liberou o Gingerbread para o GalaxyS, oba!

Falha no X11 (glitch)


Esta foi a tela que apareceu quando abri o programa Eclipse em um login remoto no Linux. É um glitch difícil de acontecer mas o resultado é até bonito. Isso acontece somente uma vez quando você inicia o login depois da máquina ter iniciado e não ocorre mais. Usando o programa localmente isso não acontece.

iPad pode ser usado por gatos!

A pergunta deveria ser: Desde quando eu ligo para iPad? Bom, um gadget como este ainda tem a mesma função para mim que o meu T|X, eu uso a maior parte que o meu PDA oferece logo eu não preciso de outro gadget…. ainda. Além disso o iPad deve chegar a um preço insano no Brasil.

Eu me considero tecnófilo mas estes tipos de equipamentos não costumam ter o conjunto de aplicativos que me interessam (OpenSSH, NX). O iPad também não vem com algumas características importantes como multitarefa e a possibilidade de instalar seus próprios programas.

Mas um gato usando! Aí a coisa muda! Resta agora saber se a Apple vai aproveitar este “nicho de mercado” e desenvolver um aplicativo para os bichanos!

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Tenha mais privacidade com Tor

Recentemente eu decidi montar um nó de Tor na minha casa. Para quem não sabe Tor é uma rede de anonimato na Internet, ela permite que você navegue na Internet sem que seu provedor ou algum outro curioso saiba o que você esteja fazendo. Pode não parecer mas sim, estes curiosos existem e nem sempre com boas intenções. Uma boa página para explicar os riscos é a própria página do TorProject. Eu decidi fazer isso pela falta de nós de Tor no Brasil. Meu link com a Internet não é muita coisa mas deve ajudar a melhorar as coisas.

Usa opensource? Então você é um pirata!

Essa eu vi no Slashdot. Existe um grupo fazendo um lobby para que o governo americano considere opensource pirataria. Eles querem colocar países como o Brasil, India e Indonésia numa tal de “Special 301 watchlist” que na prática tornaria estes países inimigos do capitalismo.Isso somente porque estes governos estimulam o uso de programas opensource. Isso levaria a situações inusitadas, por exemplo, poderia ser processado por um programa que eu mesmo fiz porque o distribuí de graça?

A desculpa dada por eles é que a distribuição gratuita é uma tendência socialista, o que de fato é verdade, mas de acordo com o o jornal The Guardian, esta é só uma forma de empresas capitalistas competirem: o movimento opensource deixou, faz muito tempo, de ser um hobby para ser o ganha-pão de pessoas pelo mundo.

A razão desse grupo é bem obvia: ganhar dinheiro em cima da gente com licenças. A maior parte dos programas de código aberto são aqueles que se tornaram “commodities”, ou seja, programas básicos. É uma vergonha eles tentarem ganhar dinheiro em cima disso.

Intel’s Insides

Eu estava navegando na internet quando me deparei com algo bem ousado: um site aparentemente da nVidia satirizando a Intel! Considerei impressionante já que aquilo poderia render um belo processo! Ele parece ser uma resposta às práticas adotadas pela Intel ultimamente e os processos que que vem enfrentando, coisa que eu já reportei neste blog.