Meu aniversário.

37, numero primo…

Mais um ano começa!!!

2013 new year sparkler

Dinheiro pode comprar felicidade…….será?

Eu assisti recentemente a este vídeo no You Tube:

Nele diz que o dinheiro realmente “compra” felicidade, se você souber como gastar. De acordo com o vídeo gastar com ou outros, gastar com experiências ao invés de bens materiais e gastar nos pequenos prazeres da vida melhora a sua felicidade.

O vídeo leva a concluir que quanto mais dinheiro bem gasto, mais feliz você é então quanto mais rico a pessoa é mais feliz ela fica, se souber gastar.

Mas faltou um aspecto a ser observado: como obter o dinheiro.

Obter dinheiro não é algo necessariamente feliz. Os trabalhos que geram dinheiro não são necessariamente os mais prazerosos dependendo de suas vocações e habilidades. Muitos trabalhos altamente rentáveis exigem que as pessoas trabalhem sob constante pressão o que não é feliz para ninguém, embora algumas pessoas a suportem melhor que outras não acredito que a pressão faça pessoas mais felizes. Outros trabalhos são menos valorizados financeiramente apesar de sua dificuldade maior  ou importância maior para a sociedade (dêem uma olhada nesse artigo aqui), estes acabam limitando a sua potencial felicidade pelo dinheiro.

O vídeo menciona em ganhar na loteria mas isso é muito pouco provável que aconteça. Grandes heranças também são fontes pouco prováveis.

Saber se a felicidade obtida pelo dinheiro vai compensar a dificuldade em obtê-lo é difícil de avaliar, dependendo do trabalho todo o dinheiro obtido pode acabar sendo (mal) gasto pela sua esposa/marido, pelos filhos, pelos gastos com saúde devido ao próprio trabalho ou pode nem haver tempo hábil para gastá-lo devido a forma com que você obtém o dinheiro.

Caso você já tenha nascido rico, ganhado na loteria ou obtido uma herança milionária no decorrer da sua vida, este vídeo vai ser útil como guia para a felicidade, para as outros pessoas seria mais garantido pensar em outras formas…

As novidades estão chegando….

Não deve ser surpresa que eu saí do meu último trabalho na COEL. Venho trabalhando em montar meu próprio negócio e ele vai se tornar realidade, aguardem….

Quartos bagunçados: ainda vão reclamar do meu ?

As pessoas reclamam da bagunça do meu quarto então decidi mostrar que o meu não é bagunçado mandando este link para uma galeria dos piores. Caso o link esteja morto, eu copiei as fotos para o meu site também aqui.

Gatorrada!

Esta é a comprovação prática de um artigo postado anteriormente!

Link

Se você não tem Facebook, você pode ser um psicopata!

Essa saiu no Daily Mail. Psicólogos e empregadores consideram você “suspeito” se você não tem Facebook!

Sendo franco e direto, isso é uma bobagem. Existem muito mais variáveis que podem fazer uma pessoa ter ou não conta no Facebook.

A mais óbvia: não ter computador! Se a pessoa não pode comprar e não tem acesso a um computador para que ter um Facebook? É bobagem ficar pagando um cybercafé para isso.

Mais uma: não ter amigos no Facebook. Rede social sem ninguém para adicionar não é rede social.

Não gostar do Facebook. A interface, o formato, as imagens podem não ser do seu gosto. Existem outras redes sociais como o Orkut e o Google+ e o Twitter. Ninguém é obrigado a estar no Facebook.

Não gostar de computador. Eu gosto de computador mas não acho nada errado quem não gosta. E gosto não se discute.

A página mostra que pessoas que não tem Facebook são serial killers como aquele que matou pessoas na estréia do Batman nos EUA, são pessoas “transgressoras” que tiveram suas contas deletadas por infringirem as regras, são adúlteras (redes sociais podem indicar se você é casado ou não) ou simplesmente “anormais”.

Ter ou não Facebook não implica em nada disso. Onde estão as provas? Aí fica aquela que você tem sempre que fazer o que os outros fazem, mesmo achando aquilo uma bobagem, para não ser mal interpretado. Isso é particularmente importante na hora de arranjar um emprego.

Quanto a ser um psicopata, um realmente esperto pode simplesmente manter uma conta no Facebook somente para dar um ar de “normalidade” a sua personalidade destruidora, um psicopata “esquisito” seria preso facilmente.

Há também a discussão de ser “normal”. Se você estudar pelo menos um pouco de psicologia, você vai descobrir que não existe uma personalidade “normal”. O que acontece é que as pessoas precisam ter uma interface socialmente aceitável mas ninguém é “normal” de verdade, ter ou não Facebook somente para parecer “normal” seria mais uma justificativa que pessoas autoritárias usam para impor regras nos outros.

Embora eu tenha escrito tudo isso, eu tenho conta no Facebook. Não criei a conta simplesmente para ser “normal” ou para não ser confundido com um psicopata, eu simplesmente gosto de compartilhar coisas pelo mundo digital e como os meus amigos já estavam lá eu criei a conta, mas eu não considero pessoas sem Facebook estranhas. E se eu não tivesse acesso a um computador? E se meus amigos não tivessem Facebook? E se eu não quisesse compartilhar a minha vida? Agora todos que não compartilham experiências digitalmente são “anormais”?

Ninguém é ou deveria ser obrigado a compartilhar experiências digitalmente, aliás ninguém deveria ser obrigado a nada. Se você tem Facebook, você é normal, se não tem, não é, isso não está certo. As pessoas não deveriam julgar umas as outras tão rapidamente. Os seres humanos são criaturas complexas, julgar as pessoas assim dificulta as relações sociais.

Link para a notícia.

Meu primeiro aplicativo Android!

Screenshot do Connection Control

Este app é para quem não gosta de desperdiçar bateria. Ele desliga o 3G e o WiFi em horas pré determinadas.

Espero que seja útil.

Sua homepage vai estar aqui.

Aumento de salário mínimo ameaça competitividade chinesa

Aí algum espertinho diz:

“E daí? Isso influencia os salários no Brasil?”

Muito, muito mesmo. Na minha profissão de engenheiro eletricista, um dos meus concorrentes diretos são justamente os chineses cujos  salários médios são menores, assim muitos serviços que poderiam ser desenvolvidos aqui acabam indo para a China.

O resultado prático dessa migração é que o salário e a qualidade de vida do engenheiro eletricista aqui no Brasil diminui, ficando atrelada ao engenheiro chinês. Com o chinês exigindo melhor qualidade de vida (e salários) lá, o poder de barganha do engenheiro brasileiro será maior.

Isso afeta uma gama bem grande de profissões, não somente a minha, na notícia da BBC Brasil são citados os profissionais da indústria de calçados, por exemplo.

Isso é um avanço mas a guerra ainda não acabou. As fábricas agora estão se mudando para países ainda mais baratos, cujos cidadãos não se importam em ganhar pouco, provavelmente as vagas são oferecidas a pessoas que ganhavam quase nada e o salário de fome oferecido é um avanço real.

Café para gatos em Viena

Falta chegar um desses chegar ao Brasil:

Link para a notícia