Falta chegar um desses chegar ao Brasil:
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Add to orkutMaio 15th, 2012 — Geral
Falta chegar um desses chegar ao Brasil:
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Add to orkutMarço 10th, 2012 — Geral
Cachorro valente até as ações necessárias do Gato terem sido tomadas!
Janeiro 29th, 2012 — Geral
Janeiro 29th, 2012 — Geral
Janeiro 26th, 2012 — Geral
36 até que é um número bacana. Dá para dividir por 2, 3, 4 , 6, 9, 12 e 18.
Add to orkutJaneiro 1st, 2012 — Geral
Dezembro 24th, 2011 — Geral
Esta saiu na revista Forbes americana. Esta pesquisa indica o que realmente faz as pessoas felizes.
É fácil notar que as profissões mais felizes são aquelas que tem relação com ajudar as pessoas e não necessariamente as mais bem pagas. Fora isso a autonomia conta muito.
Por outro lado as mais infelizes são geralmente bem pagas, logo a dificuldade está no aspecto psicológico da profissão. Se compararmos com as mais felizes, o profissional não tem a sensação de ter ajudado alguém, o que é um fator que torna a profissão infeliz. Fazer pessoas ricas ainda mais ricas também não é muito recompensador, cargos de diretoria, por exemplo, tem basicamente este objetivo: você normalmente trabalha para os grandes acionistas que tem grandes somas de dinheiro investidas na empresa. Outros problemas são lidar com pessoas complicadas, a burocracia e a falta de autonomia.
1 – Clérigo: O original não explica mas a felicidade vem do fato do profissional trabalhar para a felicidade alheia e dos estudos sobre mente humana.
2 – Bombeiros: Oitenta porcento estão muito felizes com a profissão que também envolve ajudar os outros.
3 – Fisioterapeutas: A interação social e o fato de ajudar os outros faz desse trabalho um dos mais felizes.
4 – Autores: Para a maior parte dos autores os ganhos são baixos ou não existentes, mas a autonomia de escrever o que quiser leva a felicidade.
5 – Professores de educação especial: Se você não liga para dinheiro, um trabalho na educação especial pode ser uma profissão feliz (como sempre, a chave é ajudar os outros). Os ganhos anuais nos Estados Unidos são abaixo de US$50.000,00.
6 – Professores: Os professores em geral se dizem felizes em seus trabalhos apesar dos problemas de orçamento (e olha que esta pesquisa foi feita nos EUA!) e das condições das salas de aula. A profissão continua a atrair jovens idealistas apesar de cinquenta porcento dos professores deixam a profissão em cinco anos (não sei bem se esta realidade se aplica no Brasil).
7 – Artistas: Escultores e pintores relatam alta satisfação no serviço apesar da grande dificuldade em se ganhar dinheiro com isso.
8 – Psicólogos: Psicólogos podem ou não resolver os problemas dos outros, mas parece que são capazes de resolver seus próprios.
9 – Agentes de vendas de serviços financeiros: Sessenta porcento dos vendedores de serviços financeiros se dizem felizes com seus trabalhos. Isso pode acontecer porque seus ganhos são de US$90.000,00 nos EUA por ano numa média de 40 horas semanais. No Brasil pode ser até melhor, com essa taxa de juros gigantesca a lucratividade dos bancos melhora ficando mais fácil conseguir um aumento.
10 - Operadores de Máquina: Lidar com escavadeiras, pás-carregadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, pás, torres de perfuração, bombas e compressores de ar pode ser divertido. Com mais trabalhos do que pessoal qualificado (pelo menos nos EUA), os operadores de máquinas reportam ser felizes.
1 – Diretor de TI: Diretores de TI tem quase a mesma influência em algumas empresas que o CEO, mas eles relatam o mais baixo nível de satisfação com seus empregos. Porquê? Nepotismo, clientelismo, e desrespeito para com os trabalhadores.
2 – Diretor de Vendas e Marketing: Tem o segundo mais baixo nível de satisfação. A falta de direção dos níveis superiores e a falta de espaço para crescimento profissional.
3 – Gerente de Produto: Se queixam de crescimento restrito da carreira, e do trabalho chato mesmo neste nível.
4 – Desenvolvedor Web Senior: Relatam um baixo nível de satisfação porque os empregadores são incapazes de comunicar de maneira coerente, e da falta de entendimento da tecnologia.
5 – Técnico especialista: Apesar de todo o seu expetise em sua área, são tratados com desrespeito. Suas opiniões não são levadas a sério pelos seus superiores.
6 – Técnico eletrônico: Se queixam de ter pouco controle sobre o horário de trabalho, falta de reconhecimento, sem oportunidade real de crescimento, sem motivação para trabalhar, sem opinar como as coisas deveriam ser feitas e hostilidade mutua entre colegas.
7 – Escrivão: Está entre as mais cobiçadas profissões na área (nos EUA) e incrementa o currículo. Mesmo assim a profissão tem baixos níveis de satisfação. As horas de trabalho são longas e cansativas e o escrivão está sujeito aos caprichos de personalidades voláteis.
8. Analista de Suporte Técnico: Ajuda pessoas com seus problemas de computador. Isto comumente significa acessorar calmamente pessoas em pânico, frequentemente no telefone, somente para descobrir que o cliente não ligou a impressora. Pode ser requisitada uma uma viagem sem aviso prévio, algumas vezes em feriados e fins-de-semana.
9 – Operador de CNC: Operam máquinas como Centros de Usinagem, Fresas e Tornos operados por computador. Agora que o operador teve quase todos os riscos físicos eliminados pela máquina, não há muito a fazer a não ser pressionar botões e fazer a manutenção. Já que é uma profissão especializada, não oferece espaço para crescimento.
10- Gerente de Marketing: A falta de direção é citada como a razão da falta de satisfação.
Add to orkutDezembro 13th, 2011 — Geral
Outubro 21st, 2011 — Geral
Julho 12th, 2011 — Software
É, está aí respondida a questão do Linux no Desktop. De acordo com chefão de open-source do Google, Chris DiBona, o Linux no Desktop chegou de uma maneira diferente da pensada, já que ele mesmo diz que o desktop “clássico” ainda vai ser dominado pelo Windows e Mac OS X.
Eu também sou a favor da idéia que o desktop clássico está perdendo a importância para tablets e smarphones, o acesso a internet pelo tablet é muito mais confortável e prático, desde que não seja para digitar. Eu uso o smartphone para acessar os meus e-mails e como comunicador instantâneo, uso o desktop para desenvolvimento e jogos. Com estes dispositivos móveis, posso me comunicar com pessoas em qualquer lugar e isso é a principal vantagem frente aos desktops. Tablets e smartphones são mais vantajosos até se compararmos com notebooks e netbooks por causa do seu tamanho.
Isso torna o linux, tablets e smarphones o futuro da computação pessoal.
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